A inteligência antifraude que os grandes bancos já têm — agora para quem está fora do clube.
Fintechs médias, exchanges de cripto, fundos, factorings, tributaristas e family offices compartilham sinais de fraude em formato hash criptográfico — sem expor base de clientes, sem violar LGPD, com due process auditável.
Por que funciona onde ninguém ousou entregar
Consulta por hash, não por CPF em claro
Você nunca entrega um CPF/CNPJ para a rede. Só um hash SHA-256 salted. A comparação é feita sem expor o documento original. Se não tiver sinal, nenhum dado seu vaza.
Contra-ataque ao efeito dominó
O mesmo golpista passa por 7 fintechs antes de ser denunciado. A rede inverte a lógica: a primeira a detectar alerta todas as outras em tempo real, antes do prejuízo se repetir.
Due process e contraditório
Incidente registrado pode ser contestado, com direito a resposta do titular. Não é denúncia anônima — é trilha auditável que atende LGPD, BACEN Res. 06/2023 e Lei 9.613/98.
Camada sobre o que você já tem
Não substitui Quod, Serasa ou seu KYC. Complementa: adiciona o sinal de rede colaborativa que essas bases não oferecem porque dependem de dados que demoram meses para chegar nelas.
Feito para quem opera fora do clube dos grandes bureaus
As redes antifraude existentes servem a quem tem cadeira na mesa.
Quod, SPF/Febraban, Serasa FraudNet e congêneres foram construídas para grandes bancos. Para integrar, sua instituição precisa de volume, estrutura, relacionamentos e anos de processo. O resto do mercado fica exposto — e paga a conta.
Candidate sua empresa ao grupo de membros-âncora
Sem formulário público aberto. Entramos em contato em até 3 dias úteis para avaliar aderência, discutir o piloto e acordar reciprocidade.